quarta-feira, 29 de junho de 2011

Season 3

E ontem começou a nova temporada da história de Jéssica&Lucas. Quem acompanha as desventuras desse irreverente casal sabe que tudo nem sempre foram flores.

Na primeira temporada acompanhamos como os personagens se conheceram, a paixão, os desencontros, as brigas e a separação. Vimos que entre eles existiu um anti-herói. Porém, contrariando todas as previsões, os dois ficaram juntos. Quem poderia esquecer o season finale, quando ele a pede em namoro?!

Já na segunda temporada a trama desenvolveu-se basicamente sobre as dificuldades de um namoro à distância. A saudade e insegurança que nunca abandonou nossa heróina. As intermináveis viagens, feriados e férias sempre intercalados com looongos períodos de separação. A incerteza de quando estariam finalmente morando no mesmo estado.

Nosso galã retorna triunfunte ao Acre após 1 ano e 9 meses de namoro. O que irá mudar? A rotina finalmente vai tirar o encanto dos apaixonados? O que podemos esperar dessa terceira temporada? Só o tempo dirá. ~~ Fiquem ligadinhos. ~~

quinta-feira, 31 de março de 2011

a eterna insatisfação

Como me contentar com um chuvisco, quando a minha sede é de um temporal? Eu quero um mundo de água caindo sobre mim. Quero me ver inundada pela paixão. E tudo o que tenho são pingos escassos que apenas molham minha face e me deixam querendo mais.

Shakespeare disse que um dia você "descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso."

Quando exatamente a gente aprende isso, Senhor Willian???

Compreender o que isso significa não é necessariamente aceitar. Entender não é o suficiente para saciar a minha fome. Eu quero mais. Não, eu preciso de mais. E dói acreditar que essas são minhas únicas opções: o conformismo ou a solidão. Dói me calar. Dói me abrir e não ser compreendida.
Essa minha sina de me doar exacerbadamente e constatar que, no fim das contas, não sobrou nada meu. E assim me tornar essa patética pedinte, mendigando por um pouco mais de atenção.

Eu me pergunto o que virá primeiro: a minha desistência ou a tua mudança.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

solitáte

Não importa quanto tempo transcorra. A saudade não cria raízes. Não minimiza seus efeitos. Continua um corpo estranho que meu organismo insiste em expurgar. Recusa sua presença. Tenta de todas as maneiras eliminá-la. E morre de angústia quando não consegue, sabendo que o único remédio é a sua presença.

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

Sempre tive uma supertição boba. Nunca fui fã de anos ímpares. Gosto de coisas fechadinhas, certas. Mas confesso que dessa vez tenho um bom pressentimento sobre esse ano que acaba de chegar.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sabático

Ninguém consegue ficar 100% durante 100% do tempo. Tem hora de agir. Hora de planejar. Hora de reagrupar. Hora de esperar. Infelizmente, eu tenho disso aqui no blog. Períodos férteis e períodos de estiagem. É o ciclo da vida, não?

Sempre visito, olho o último texto, bate uma saudade de escrever. Prometo que vou me organizar pra produzir algo, mas no fim das contas o cansaço é maior. Na verdade, nos últimos tempos, tudo parece ser maior do que eu.

Me sinto esse pequeno barquinho de papel sendo engolido por um oceano bravio, sem controle. Logo eu, que odeio perder o controle das coisas. Por isso, meus amores, me perdoem se estive ausente, não fiz por mal. Volto logo(?)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mea culpa

Das reminescências do passado..

Era nos braços dele que eu adormecia depois de uma noite amor. Com o calor do corpo dele aquecendo minha pele, deixando o cheiro dele como prova no meu lençol. Mas no minuto em que eu perdia a rédea do meu consciente, quando os sonhos tomavam conta de mim, era por você que meu corpo ansiava.
Imaginas como eu me sentia ao acordar subitamente, após te ver, tocar, beijar, e constatar que na realidade era outro a me abraçar? Duas sensações: de perda irreparável, afinal não era você quem estava lá. E culpa, uma culpa sem tamanho e sem fim.

Para ler ouvindo: Thinking Of You - Kate Perry

A espera.

Esperar não é o meu forte. Quero tudo para o agora. Se demoram, dou meu jeito de conseguir os resultados. Se se atrasam, conseguem uma inimiga gratuitamente. Talvez por isso a vida resolveu me dar essa lição. Obrigou-me a esperar de tempos em tempos para ver o meu amor.
Preciso contar os dias, os segundos pelo reencontro. Cada vez é como se o beijo fosse o primeiro, mas ironicamente a sensação é como se nunca tivesse partido.
E cada dia é uma batalha vencida. Um dia mais perto que estou de vê-lo.
Ultimamente, inspiro alegria e exalo ansiedade. Pequenos corações me rodeiam por onde vou. Falta pouco. Muito pouco.
Sócrates disse certa vez que felicidade é sentir que a vida vale a pena ser vivida. Só posso dizer é que por ele, tudo vale a pena. ;)

domingo, 8 de agosto de 2010

How To Be Alone

Muito meigo. Muito verdadeiro. Muito sábio. Antes de ser feliz com alguém, que tal tentar ser feliz consigo mesmo? ;)




(Poesia de Tania Davis)

If you are at first lonely, be patient. If you've not been alone much, or if when you were, you weren't okay with it, then just wait. You'll find it's fine to be alone once you're embracing it.

We could start with the acceptable places, the bathroom, the coffee shop, the library. Where you can stall and read the paper, where you can get your caffeine fix and sit and stay there. Where you can browse the stacks and smell the books. You're not supposed to talk much anyway so it's safe there.

There's also the gym. If you're shy you could hang out with yourself in mirrors, you could put headphones in (guitar stroke).

And there's public transportation, because we all gotta go places.

And there's prayer and meditation. No one will think less if you're hanging with your breath seeking peace and salvation.

Start simple. Things you may have previously (electric guitar plucking) based on your avoid being alone principals.

The lunch counter. Where you will be surrounded by chow-downers. Employees who only have an hour and their spouses work across town and so they -- like you -- will be alone.

Resist the urge to hang out with your cell phone.

When you are comfortable with eat lunch and run, take yourself out for dinner. A restaurant with linen and silverware. You're no less intriguing a person when you're eating solo dessert to cleaning the whipped cream from the dish with your finger. In fact some people at full tables will wish they were where you were.

Go to the movies. Where it is dark and soothing. Alone in your seat amidst a fleeting community.
And then, take yourself out dancing to a club where no one knows you. Stand on the outside of the floor till the lights convince you more and more and the music shows you. Dance like no one's watching...because, they're probably not. And, if they are, assume it is with best of human intentions. The way bodies move genuinely to beats is, after all, gorgeous and affecting. Dance until you're sweating, and beads of perspiration remind you of life's best things, down your back like a brook of blessings.

Go to the woods alone, and the trees and squirrels will watch for you.
Go to an unfamiliar city, roam the streets, there're always statues to talk to and benches made for sitting give strangers a shared existence if only for a minute and these moments can be so uplifting and the conversations you get in by sitting alone on benches might've never happened had you not been there by yourself

Society is afraid of alonedom, like lonely hearts are wasting away in basements, like people must have problems if, after a while, nobody is dating them. but lonely is a freedom that breaths easy and weightless and lonely is healing if you make it.

You could stand, swathed by groups and mobs or hold hands with your partner, look both further and farther for the endless quest for company. But no one's in your head and by the time you translate your thoughts, some essence of them may be lost or perhaps it is just kept.

Perhaps in the interest of loving oneself, perhaps all those sappy slogans from preschool over to high school's groaning were tokens for holding the lonely at bay. Cuz if you're happy in your head than solitude is blessed and alone is okay.

It's okay if no one believes like you. All experience is unique, no one has the same synapses, can't think like you, for this be releived, keeps things interesting lifes magic things in reach.

And it doesn't mean you're not connected, that communitie's not present, just take the perspective you get from being one person in one head and feel the effects of it. take silence and respect it. if you have an art that needs a practice, stop neglecting it. if your family doesn't get you, or religious sect is not meant for you, don't obsess about it.

you could be in an instant surrounded if you needed it
If your heart is bleeding make the best of it
There is heat in freezing, be a testament.

Desabafo

Verdade irrefutável ou simplesmente total ausência de fé na humanidade?

Pra quem não sabe meu namoro é à distância. Não é uma situação ideal, mas quem disse que só podemos viver situações ideias e confortáveis? Aliás, vivemos 80% da nossa vida contornando situações que não são exatamente da forma que desejaríamos.
Enfim, depois que entrei nessa prova de resistência confesso: a distância é cruel, a saudade é torturante e o sentimento de que minha vida tornou-se uma eterna contagem regressiva de meses e dias é quase insuportável. Mas o que mais me tira do sério é a forma com que passei a ser tratada por alguns amigos. Vejam bem, AMIGOS.

"E o namoro, tá bem?" (carinha de pena/expectativa/condescendência)

E quando o assunto é fidelidade? Quando não estão falando pelas minhas costas que eu sou muito ingênua por achar que ele não me trai, estão me dizendo na cara que mesmo que ele o faça, o importante é que no fim das contas eu sou a mulher que ele ama, e não uma das quaisquer com quem ele fica pra satisfazer suas necessidades de homem. Sim, porque de acordo com a sabedoria popular: "Pra homem é diferente.."

Pessoas que andam comigo em todas as baladas, que me acompanham durante os 11 meses do nosso namoro e em nenhum momento presenciaram qualquer tipo de crise de abstinência carnal em que tive que agarrar o primeiro que apareceu. E o que me pergunto incessantemente é: se EU posso ter caráter e manter o compromisso de me manter fiel por que diabos outro ser humano do sexo masculino não conseguiria?

Pra falar a verdade, não está sendo nenhum tipo de sacrifício. Beijo, abraço e sexo faz falta? FAZ. Mas deixa eu compartilhar um segredo: o beijo que faz falta é o dele. O abraço que me dói não ter é o dele. E nem por todo tesão acumulado do mundo eu transaria com outra pessoa que não fosse ele. Simplesmente porque é dele que meu corpo sente falta. É isso que chamo de amor. Você querer tanto uma pessoa que teu corpo simplesmente esquece que existem outros homens nesse mundo. Nenhum deles chega aos pés daquele que você escolheu pra ser seu.

As pessoas acreditam que os outros são incapazes de serem íntegros e corretos porque elas não conseguiriam ser? É muita inocência (leia-se burrice) da minha parte acreditar que assim como eu, existam pessoas verdadeiras e honestas nesse mundo? É por prazer que precisam manchar a reputação de quem nem conhecem, atribuindo ações e certezas? É legal ver a minha felicidade e tentar jogar um pouquinho de terra por cima?

Já confiei em pessoas erradas, admito. Estou categoricamente afirmando que meu namorado não me trai? De forma nenhuma. Só acho que não preciso carregar essa atitude cínica, que todos à minha volta parecem ter. Se até na lei o pressuposto é que todos são inocentes até que se prove o contrário, muito me admira esse consenso errôneo que fazem.

Por isso, peço um favor: antes de falar de mim e de como eu estou "me enganando" olha pra tua vida e percebe o teu universo. E por gentileza, enfiar a pena no CÚ. Grata.

domingo, 25 de julho de 2010

3 meses de batalha

E dia 05 de agosto vai fazer três meses que comecei essa aventura muito louca que era tentar perder 10 quilos em 4 meses. Nem tudo como foi como planejado, mas também nem tudo foi fracasso.
Minha balança comprada na Bolívia (hehe) me informa que agora estou com agradáveis 60 quilos. Cinquenta porcento da meta foi alcançada e me orgulho em dizer que tudo se deve à minha determinação de reeducação alimentar e continuar firme nos exercícios (sempre que meus outros compromissos me permitiram).
Em setembro tem viagem marcada, por isso só me resta um mês pra continuar no programa. E convenhamos: beeeeem capaz de eu perder 5 quilos em 30 dias. hahahahahahaha Por isso vim só dar uma prévia do "antes" e "depois".
ANTES
Com vocês, eu, assim que cheguei de viagem em maio, com meus fofos 65 kilos.


Reparem nas bochechas. Reparem nos braços inchados. Reparem na quase papada. =(

DEPOIS
E atualmente, pra ser mais exata, nesse sábado, com 60 quilos, livre leve e solta na pista de dança.


Pretendo continuar devagar e sempre com a dieta e academia. Quem sabe até o fim do ano não venho comemorar com vocês os meus tão sonhados 55 quilos?!!