quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

solitáte

Não importa quanto tempo transcorra. A saudade não cria raízes. Não minimiza seus efeitos. Continua um corpo estranho que meu organismo insiste em expurgar. Recusa sua presença. Tenta de todas as maneiras eliminá-la. E morre de angústia quando não consegue, sabendo que o único remédio é a sua presença.

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

Sempre tive uma supertição boba. Nunca fui fã de anos ímpares. Gosto de coisas fechadinhas, certas. Mas confesso que dessa vez tenho um bom pressentimento sobre esse ano que acaba de chegar.